segunda-feira, 30 de abril de 2012

PENSAMENTO EDUCACIONAL DE PLATÃO E ARISTÓTELES E A INFLUÊNCIA DOS FILÓSOFOS NA EDUCAÇÃO ATUAL.

Olá pessoal! O vídeo a seguir mostra um pouco da visão de Platão em relação a educação, que é muito diferente da educação atual. Vejam:

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Por trás do trabalho de cada professor, em qualquer sala de aula do mundo, estão séculos de reflexões sobre o ofício de educar. Mesmo os profissionais de ensino que não conhecem a obra de Aristóteles (384-322 a.C.), Jean-Jacques Rousseau (1712-1778) ou Émile Durkheim (1858-1917) trabalham sob a influência desses pensadores, na forma como suas idéias foram incorporadas à prática pedagógica, à organização do sistema escolar, ao conteúdo dos livros didáticos e ao currículo docente.
Antes mesmo de existirem escolas, a educação já era assunto de pensadores. Um dos primeiros foi o grego Sócrates (469-399 a.C.), para quem os jovens deveriam ser ensinados a conhecer o mundo e a si mesmos. Para seu discípulo Platão (427-347 a.C.), o conhecimento só poderia ser alcançado num plano ideal e nem todos estariam preparados para esse esforço. Aristóteles, discípulo de Platão, inverteu as prioridades e defendeu o estudo das coisas reais como um meio de adquirir sabedoria e virtude. O sistema de ensino que ele preconizou era acessível a um número maior de pessoas.   
A proposta educacional e politica de Platão não é absurda. Aliás, ele apresenta de forma muito evidente que há uma estreita e necessária relação entre Política, Conhecimento e Educação. Quando sugere o sentido da Educação como Paidéia (Educação Integral, sedimentada no Bem, no Justo e no Belo, ele dá um caráter muito parecido com o que entendemos por educação hoje.  
Não são apenas informações ou dados, os conteúdos propostos no senso platônico de Educação são pressupostos para a formação daquele cidadão que vai dar sentido e garantia para a cidade. Nela, a justiça deve ser o princípio fundante. Embora legitimando a escravidão e algumas injustiças de seu tempo, como a desvalorização das mulheres, dos escravos e das crianças, Platão aponta uma perspectiva que ainda alimenta a mística da educação como promoção e qualificação do ser. Ou seja,l  uma coletividade justa e voltada para o bem nasce de um processo em que os indivíduos são educados para a construção da justiça, embora ela nem sempre seja fácil de ser conceituada, fundamentada ou mesmo justificada pela argumentação. 

Laio Vinicius Santana Guimarães


ONTOLOGIA

Ontologia (em gregro ontos e logoi, "conhecimento do ser") é a parte da filosofia que trata da natureza do ser, da realidade, da existência dos entes e das questões metafísicas em geral. A ontologia trata do ser enquanto ser, isto é, do ser concebido como tendo uma natureza comum que é inerente a todos e a cada um dos seres. Costuma ser confundida com metafísica. Conquanto tenham certa comunhão ou interseção em objeto de estudo, nenhuma das duas áreas é subconjunto lógico da outra, ainda que na identidade.
O termo ontologia é originário da filosofia grega. Ontologia é um ramo da filosofia que lida com nossa constituição mais íntima, isto é, com o termo significa: Ontós = Ser, e Logos = Conhecimento. Esse termo foi introduzido por Aristóteles para desenvolver um conhecimento: CONHECIMENTO SOBRE O SER. Lembrando sempre que o conhecimento não está desvinculado da ontologia. Um argumento ontológico é qualquer argumento considerado ontológico que defende a existência de  Deus. Os critérios para a classificação de argumentos ontológicos não são exatos e amplamente aceitos, mas eles geralmente partem da definição de Deus e chegam à conclusão de que a sua existência é necessária e certa. Esse tipo de argumento é unicamente um raciocínio a priori e faz pouca ou nenhuma referência a posteriori, de cunho empírico


Laio Vinicius Santana Guimarães




ONTOLOGIA 

Ontologia (em gregro ontos e logoi, "conhecimento do ser") é a parte da filosofia que trata da natureza do ser, da realidade, da existência dos entes e das questões metafísicas em geral. A ontologia trata do ser enquanto ser, isto é, do ser concebido como tendo uma natureza comum que é inerente a todos e a cada um dos seres. Costuma ser confundida com metafísica. Conquanto tenham certa comunhão ou interseção em objeto de estudo, nenhuma das duas áreas é subconjunto lógico da outra, ainda que na identidade.
O termo ontologia é originário da filosofia grega. Ontologia é um ramo da filosofia que lida com nossa constituição mais íntima, isto é, com o termo significa: Ontós = Ser, e Logos = Conhecimento. Esse termo foi introduzido por Aristóteles para desenvolver um conhecimento: CONHECIMENTO SOBRE O SER. Lembrando sempre que o conhecimento não está desvinculado da ontologia. Um argumento ontológico é qualquer argumento considerado ontológico que defende a existência de  Deus. Os critérios para a classificação de argumentos ontológicos não são exatos e amplamente aceitos, mas eles geralmente partem da definição de Deus e chegam à conclusão de que a sua existência é necessária e certa. Esse tipo de argumento é unicamente um raciocínio a priori e faz pouca ou nenhuma referência a posteriori, de cunho empírico


ONTOLOGIA

Ontologia (em gregro ontos e logoi, "conhecimento do ser") é a parte da filosofia que trata da natureza do ser, da realidade, da existência dos entes e das questões metafísicas em geral. A ontologia trata do ser enquanto ser, isto é, do ser concebido como tendo uma natureza comum que é inerente a todos e a cada um dos seres. Costuma ser confundida com metafísica. Conquanto tenham certa comunhão ou interseção em objeto de estudo, nenhuma das duas áreas é subconjunto lógico da outra, ainda que na identidade.
O termo ontologia é originário da filosofia grega. Ontologia é um ramo da filosofia que lida com nossa constituição mais íntima, isto é, com o termo significa: Ontós = Ser, e Logos = Conhecimento. Esse termo foi introduzido por Aristóteles para desenvolver um conhecimento: CONHECIMENTO SOBRE O SER. Lembrando sempre que o conhecimento não está desvinculado da ontologia. Um argumento ontológico é qualquer argumento considerado ontológico que defende a existência de  Deus. Os critérios para a classificação de argumentos ontológicos não são exatos e amplamente aceitos, mas eles geralmente partem da definição de Deus e chegam à conclusão de que a sua existência é necessária e certa. Esse tipo de argumento é unicamente um raciocínio a priori e faz pouca ou nenhuma referência a posteriori, de cunho empírico


Laio Vinicius Santana Guimarães

quarta-feira, 25 de abril de 2012



Um mito é uma narrativa tradicional com caráter explicativo e/ou simbólico, profundamente relacionado com uma dada cultura e/ou religião. O mito procura explicar os principais acontecimentos da vida, os fenômenos naturais, as origens do Mundo e do Homem por meio de deuses, semi-deuses e heróis (todas elas são criaturas sobrenaturais). Pode-se dizer que o mito é uma primeira tentativa de explicar a realidade.A explicação mítica é contrária à explicação filosófica. A Filosofia procura, através de discussões, reflexões e argumentos, saber e explicar a realidade com razão e lógica enquanto que o mito não explica racionalmente a realidade, procura interpretá-la a partir de lendas e de histórias sagradas, não tendo quaisquer argumentos para suportar a sua interpretação.
Ao mito está associado o rito. O rito é o modo de se pôr em ação o mito na vida do Homem (ex: cerimônias, danças, orações, sacrifícios...).
O termo "mito" é, por vezes, utilizado de forma pejorativa para se referir às crenças comuns (consideradas sem fundamento objetivo ou científico, e vistas apenas como histórias de um universo puramente maravilhoso) de diversas comunidades. No entanto, até acontecimentos históricos se podem transformar em mitos, se adquirem uma determinada carga simbólica para uma dada cultura. Na maioria das vezes, o termo refere-se especificamente aos relatos das civilizações antigas que, organizados, constituem uma mitologia - por exemplo, a mitologia grega e a mitologia romana.
Todas as culturas têm seus mitos, alguns dos quais são expressões particulares de arquétipos comuns a toda a humanidade. Por exemplo, os mitos sobre a criação do mundo repetem alguns temas, como o ovo cósmico, ou o deus assassinado e esquartejado cujas partes vão formar tudo que existe. Também pode ser definido como  uma fábula que relata a história dos deuses, semideuses e heróis da antiguidade pagã. coisa inacreditável, ou pessoa incompreensível.
Quando estudamos a trajetória dos seres humanos, desde os tempos mais remotos, percebemos que eles sempre se preocuparam em buscar explicações sobre as origens, sobre o sentido da vida, da morte e dos acontecimentos aparentemente inexplicáveis que ocorrem à sua volta.
O homem primitivo habitava um mundo que ainda não compreendia e tinha de se defrontar com fatos e fenômenos que lhe causavam medo. Para torná-los compreensíveis e, conseqüentemente, afastar o temor e a insegurança, desenvolveu uma espécie de linguagem interpretativa, o mito, que explicava o mundo de forma alegórica ou poética, atribuindo a origem de tais fenômenos a deuses ou a seres que transcendiam os limites humanos. O mito pode ser definido, assim, como uma história sagrada, simbólica, que dá ao homem condições de se apropriar do mundo e modela comportamentos. Dessa forma, contribui para a perseverança da cultura.
Por meio do sobrenatural, do transcendente, os povos primitivos tinham condições de lidar melhor com a realidade, situando-se de forma espontânea no mundo. As várias culturas trazem mitos sobre a origem do mundo, da tribo, do homem, dos vegetais, dos animais, da alegria, da dor, etc.
Homens de todos os tempos recorreram aos mitos para transmitir a experiência do sagrado, do divino. Apesar de não se orientarem por um raciocínio lógico, essas narrações simbólicas são uma forma metafórica de transmitir conhecimentos que vão além das categorias do pensamento, mas são fundamentais para a sobrevivência do ser humano em meio a um mundo hostil. A mitologia baseia-se na crença de que existe um nível invisível, desconhecido por nós, que sustenta o que é visível. Os mitos nos abrem a dimensão do mistério do Universo. 
Uma vez que não somos apenas razão, importante compreendermos a função exercida pelos mitos em nossas vidas. Tal conhecimento nos dará possibilidade de ter uma visão mais ampla da realidade humana.
A leitura apressada, na busca do sentido do mito, pode nos levar a pensar que se trata apenas de uma maneira fantasiosa de explicar a realidade ainda não justificada pela razão. Essa compreensão do mito não esconde o preconceito comum de identificá-lo com as lendas ou fábulas, e portanto como uma forma menor de explicação do mundo, prestes a ser superada por explicações racionais.
No entanto, a noção de mito é complexa e mais rica do que essa posição redutora. Mesmo porque o mito não é exclusividade de povos primitivos, nem civilizações nascentes, mas existe em todos os tempos e culturas como componente indissociável da maneira humana de compreender a realidade.
Os contos de fada, as histórias em quadrinhos, sem dúvida nenhuma trabalham com o imaginário e mitos universais como o do herói e o da luta entre o bem e o mal. Examinando as manifestações coletivas no cotidiano da vida urbana, descobrimos componentes míticos no carnaval, no futebol, ambos com manifestações delirantes do imaginário nacional e da expansão de forças inconscientes.
Podemos ainda nos referir a um artista famoso como um mito: James Dean como o mito da "juventude transviada" ou, então, Marilyn Monroe ou Madonna como mito sexual. A lista possível das conotações diversas que o mito assume não termina aqui. Apenas quisemos mostrar como um conceito tão amplo e rico não se esgota numa só linha de interpretação.
O mito não é resultado de delírio, nem uma simples mentira. O mito ainda faz parte da nossa vida cotidiana, como umas das formas indispensáveis do existir humano.

NARRATIVA DE UM MITO
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O MITO DO DEUS EROS, CONHECIDO COM O NOME DE CUPIDO

Houve uma grande festa entre os deuses. Todos foram convidados, menos a deusa Penúria, sempre miserável e faminta. Quando a festa acabou, Penúria veio comeu os restos e dormiu com o deus Poros (o astuto engenhoso). Dessa relação sexual, nasceu Eros (ou cupido), que como sua mãe está sempre faminto, sedento e miserável, mas, como seu pai tem mil astúcias para se satisfizer e se fazer amando. Por isso, quando Eros fere alguém com sua flecha, esse alguém se apaixona e logo se sente faminto e sedento de amor (sexo), inventa astúcias para ser amado e satisfeito, ficando ora maltrapilho e semimorto, ora rico e cheio de vida. 

          Convite à filosofia de Marilena Chaui p. 23


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Vejam esse vídeo sobre a FILOSOFIA MODERNA!

terça-feira, 24 de abril de 2012


FILOSOFIA MODERNA
Filosofia moderna significa RAZÃO. Mas o que vem a ser RAZÃO? Razão é a faculdade ou poder de bem julgar e de discernir o verdadeiro do falso. Para Descartes, isso PE possível pela razão inata e natural a todos os homens.
A sociedade moderna passa a ser administrada pela razão – leia se ciência – e a função da razão é de proteger a sociedade de qualquer meio ou artifício que venha pôr em risco o saber científico. A racionalização se estende em todas as situações, significando a destruição de tudo que impeça o homem de ver com clareza e nitidez os movimentos da história. Isso significa que o pensamento do homem deve voltar-se para dar fim a todo olhar limitado e que não seja crítico, ou seja, toda a educação baseada em crenças e superstições, vinculadas a antigas formas de organizações sociais.
A filosofia moderna coloca o homem em um mundo agora aberto à participação coletiva.
Veja o que diz CAMBI, 199, PP 199-200:
O mundo moderno é atravessado por uma profunda
ambiguidade: deixa-se guiar pela ideia de liberdade, mas
efetua também uma exata e constante ação de governo;
pretende libertar o homem, a sociedade e a cultura de
vínculos, ordens e limites, fazendo viver de maneira
completa esta liberdade, mas, ao mesmo tempo, tende a
moldar profundamente o indivíduo segundo modelos
sociais de comportamento, tornando-o produtivo e
integrado. Trata-se de uma antinomia, de uma oposição
fundamental que marca a história da modernidade, faz
dela um processo dramático e inconcluso, dilacerado e
dinâmico em seu próprio interior, e portanto problemático e
aberto (CAMBI, 1999, pp. 199-200).

O pensamento desenvolvido na modernidade surge em suas bases conceituais na Renascença: de certa forma, ocorreu uma vitória da crítica à religião, (domínio especial da Igreja Católica Apostólica Romana), dos valores do mundo, do individualismo. Mas ainda não podemos considerar o Renascimento como uma contraposição radical à Idade Média. Fica claro somente que tal período foi importante na realização de grandes mudanças na civilização, de ordem política, social e cultural. E tais transformações influenciaram decisivamente os séculos seguintes, ou o período denominado propriamente de modernidade.
O renascimento é uma renascença do homem neste
mesmo sentido de renovação; esta renovação, porém, não
consiste já numa transcendência dos limites da natureza
humana, numa existência pura e exclusiva ligação com
Deus, mas sim numa verdadeira renovação do homem nos
seus poderes humanos, nas suas relações com os outros
homens, com o mundo e com Deus”. (ABBAGNANO,
1984, pp.15-16).
 
 


quinta-feira, 19 de abril de 2012

Filosofia da Educação

[...] e educador já não é aquele que apenas educa, mas o que, enquanto educa, é educado, em diálogo com o educando, que ao ser educado, também educa[...].
Paulo Freire

Filosofia da Educação é a relação entre o pensar filosófico e a fundamentação epistemológica do processo educacional. Tal processo está implicado na produção de uma práxis, inter-relação entre a teoria e a prática na construção de um agir pedagógico, que envolve a questão do ensino-aprendizagem e das questões filosóficas inerentes a tal condição. Dentre elas, é imprescindível destacar as discussões éticas, políticas e antropológicas, pontos principais do referido blog. Ressaltando a impossibilidade de se pensar uma verdadeira educação que não seja política e voltada para a formação ética. Entendemos assim os pressupostos para a constituição de um sujeito livre e autônomo, fruto de uma educação transformadora.
A importância da Filosofia para Educação pode ser compreendida a partir de uma pergunta fundamental: "o que é o homem?". O aspecto existencial dessa interrogação abriga muito mais do que uma pergunta generalista ou biológica, já que envolve o conhecer-se e o perguntar-se de todo homem sobre si mesmo ("quem sou eu?"), sobre sua origem ("de onde vim?") e sue destino ("para onde vou?"). São questões filosóficas que necessitam de um exercício filosófico como pano de fundo para que se possa buscar respostas.
A Educação, que desde os primórdios está presente no processo de construção da cultura humana, ao longo dos séculos tem sido entendida a partir de diversas correntes do pensamento, ora privilegiando uma perspectiva deste homem, ora assumindo outra visão a partir da natureza ou da história deste ser humano.
Por isso entender a Educação como um processo aleatório, apenas empírico, que se realiza somente numa perspectiva de ensaio-erro, seria incorrer em terrível engano e em inadmissível ingenuidade.
Existem teorias pedagógicas que contribuíram e contribuem para a Educação como um todo; elas são fruto de reflexões filosóficas que, de certa forma, começaram com os gregos e são fundamentais para compreendermos ou tentarmos compreender que é o homem.
Confiram esse vídeo para a melhor compreensão:
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segunda-feira, 16 de abril de 2012

APRESENTAÇÃO

Esse blog tem por objetivo a realização das atividades relacionada a disciplina: Estudos Filosóficos: Filosofia, Sociedade e Educação (Filosofia da Educação) da Universidade Estadual de Goiás UEG do curso de Licenciatura em Informática. Será um momento divertido.